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Reflexão sobre as tragédias ambientais

8/4/2019

 

 

 

Neste final de semana ocorreu a pintura de grafite em um dos muros do bairro Pequeri em Congonhas retratando o descaso dos empresários e governantes mediante as tragédias ambientais e as vidas que são levadas a custo da ganância e a falta de amor ao próximo.

 

A Ação foi realizada pela ACOPPE (Associação Comunitária do Povoado do Pequeri) e o objetivo desta ação segundo o presidente da Associação Marcone Souza Alvarenga é o despertar de consciências, com intuito de estimular o interesse da participação popular e somar forças para uma mudança do sistema, para que seja mais eficiente, justo e que novas tragédias não se repitam, pois infelizmente a ganância de empresários e políticos tem exaurido a máquina pública e prejudicando a população. O grafite realizado é a pedra fundamental do projeto “Vida às ruas” que compreende o despertar de consciência e a transformação do bairro Pequeri em um dos mais belos e organizados de Congonhas, com ações simples como pintura de muros, plantio de flores e árvores, confecção e instalação de lixeiras e revitalização dos espaços públicos trazendo mais alegria e bem estar aos moradores.

 

Sobre a Pintura:

O mural foi realizado pelos artistas da capital Rafael Bertolacine e Joana Ziller que dizem “O mural representa os crimes ambientais acontecidos no estado de Minas Gerais, sendo retratada a questão da vida, da morte e dos grupos exacerbados que as mineradoras possuem e dão mais valor pelas finanças do que a própria vida das pessoas que moram nas cidades ou em regiões ribeirinhas. Na imagem retratamos um rio com lama, já sem vida e ele sendo minerado na forma antiga onde tem um empresário fazendo está mineração de forma antiga com a bateia e acha um peixe morto com uma máscara de oxigênio e um relógio, provavelmente de alguém que estava dentro deste rio. A sua mão de capitão gancho é uma referencia lúdica aos ladrões de antigamente, que seriam os piratas e ao lado o sino que serve para alertar sobre o rompimento de uma barragem, sendo apenas um aviso e que estará enterrado no mar de lama assim como as pessoas. A mulher peneirando o rio de lama mostra que dentro da cabeça dela sai vida e que as pessoas que ficam continuam precisando viver e renovar-se, precisando peneirar aquele rio tentando limpar tudo que fica daquilo ali e apesar de tudo, elas continuam com muita vida, então é para lembrar-se destas pessoas também, não só dos mortos, mas dos vivos que ficam depois que a lama escorre”.

 

 

 

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